quarta-feira, 27 de abril de 2011

GAZETA DO POVO 27.04


Diz a reportagem desse conceituado Jornal: 

Filho de Roberto Requião é exonerado na Câmara

A direção-geral da Câmara dos Deputados determinou ontem a exoneração de Maurício Thadeu de Mello e Silva, filho do senador Roberto Requião (PMDB). Maurício era chefe de gabinete do deputado federal João Arruda (PMDB), sobrinho de Requião. Arruda acatou a ordem e já dispensou o primo. Motivo Nepotismo cruzado.
O que eu gostaria de salientar é que Roberto Requião e todas as pessoas ligadas a ele, ou que usem a sua (dele)  cartilha, deviam ser considerada INELEGÍVEIS, são "elementos" como este que envergonham e  tornam a política Nacional no descalabro que está.
Porém, neste caso específico e tratando-se de um caso em Curitiba, a mal tratada Capital do Paraná, isso tem som de palhaçada, de briguinha de moleques, o que não é de se estranhar, senão vejamos: O Chfe do Executivo, S. Exa. o Senhor Governador, outro que o nome do pai é tudo, mas nem por isso o honra, nomeou para secretarias e cargos de primeiríssimo escalão, Esposa, Irmão etc. etc. etc. além de um sujeito de caráter duvidoso envolvido no escândalo, ainda aberto, dos atos secretos da assembléia legislativa, sujeito este que se apropriou indebitamente de importâncias que eram do contribuinte, ou seja o ladrão deixa de ser ladrão quando é pego ou quando devolve o produto do roubo? De qualquer forma, com a atitude conhecida do Senhor Beto Richa, não há porque se exonerar seja quem for no Estado do Paraná, porque se a lei eiste esta deve ser cumprida por todos e que eu saiba o exemplo tem que vir de cima, OU SERÁ QUE ESTOU ERRADO?

Isto posto preciso perguntar: 
HÁ OU NÃO LEIS? É OU NÃO VALIDA PARA TODOS?

domingo, 24 de abril de 2011

FELIZ PÁSCOA FELIZ....



Não há porque ressurreição ser ligada a "retorno da morte" o próprio dicionário nos diz:

ressurreição1 (res.sur.rei.ção) 

sf.
  1  Retorno à vida após a morte. 
  2  Fig.  Ressurgimento de algo ou alguém  (Aproveite então para, caso queira ou precise promover a ressurreição em SI.)
  3  Pop.  Cura surpreendente e inesperada. 

 [Pl.: -ções.]

 [F.: Do lat. resurrectio, onis.]


Ressurreição2 (Res.sur.rei.ção) 

sf.
  1  Rel.  Festa católica em que se comemora a ressurreição de Jesus. 
  2  Pint.  Quadro que representa essa ressurreição. 

terça-feira, 19 de abril de 2011

Público e privado by Arnaldo Jabour

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sábado, 16 de abril de 2011

QUERENDO ACORDAR...

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terça-feira, 12 de abril de 2011

VOCÊ SABIA?


Tango: s.m. - Dança de origem africana, levada provavelmente pelos escravos negros, durante o século XIII, para a América Espanhola, de onde lhe provêm certos caracteres espanhóis que ficaram a distingui-la. Foi, sobretudo na Argentina que a dança melhor se aclimatou e deste país passou por volta de 1915, para a Europa, onde, sob a designação de tango argentino, teve grande voga. O seu ritmo langoroso é semelhante ao da habanera, variado, no entanto, com curiosas e irregulares figuras melódicas.

Habanera: S.F. – Canção e dança introduzidas em cuba pelos negros da África e que daquele país passou à Espanha, onde se tornou muito popular. É em movimento lento e compassado binário com um característico ritmo de colcheia ponteada semi-colcheia seguida de duas colcheias por acompanhamento. Tornou-se Universalmente conhecida a Habanera da Carmem, de Bizet, Debussy baseou na habanera várias peças suas instrumentais, como: La puerta de vino e La soirée dans Grenade,para piano.  Também Ravel a utilizou na Rapsodie espagnole e em L’heure espagnole, contando-se ainda entre os seus trechos vocais um Vocalise em forme d’habanera (sem palavras)


Fonte: Dicionário de música, de Tomás Borba e Fernando Lopes Graça edições cosmos 1956

sábado, 9 de abril de 2011

Meus exercícios matinais.


Não é segredo para ninguém a minha predileção pelo exercício ao nascer do dia e isso vem desde muito novo diria até desde criança. Hoje, no meu passeio ciclistico matinal onde normalmente dou bom dia para o sol e publico no facebook, me deparei com essa placa. Se tiverem dificuldade em ler, ela diz "HOJE Dobradinha 20 Horas".

Depois temos notícias de que a OMS (organização mundial de saúde)já consagrou a OBESIDADE como uma epidemia Mundial, Mas nós é quem precisamos de resolver isso precisamos conscientizar as pessoas que Dobradinha ou Buchada de Bode ou Feijoada ou lá a festança que seja, é coisa para se fazer ao meio dia, não, não acho que deva ser excluído do cardápio das pessoas e nem mesmo dos que querem reduzir peso, o que não pode é Um Prato altamente calórico e de difícil digestão ser servido à noite. 

Façam cada um a sua parte e vamos contribuir para a diminuição da Epidemia que hoje, já é a causa mortis nr. um do mundo.

À LUZ DO CONHECIMENTO, A NOSSA OBRIGAÇÃO É PASSAR A INFORMAÇÃO.

terça-feira, 5 de abril de 2011

CIVELIZAÇÕES



A matemática falha da Democracia

Ninguém nunca concorda com o governo. Então, como explicar que ele ganhe uma eleição livre e democrática? É incrível, mas se você examinar com mais cuidado os números pode constatar que a maioria dos cidadãos possivelmente não votou a favor do candidato eleito. Não se espante. "Esse é um paradoxo matemático dos sistemas eleitorais em todo o mundo", destaca o matemático britânico Ian Stewart em um artigo na revista New Scientist."Para garantir eleições livres existe a lei, mas para assegurar que elas sejam algebricamente justas e corretas existem os matemáticos", diz o autor. "São eles que sempre procuram desenvolver mecanismos que combinem as necessidades aritméticas com as políticas, a fim de garantir ao governo um certo grau de estabilidade e a possibilidade de governar."

"Antes de mais nada, é essencial refletir sobre o conceito de democracia", explica Vincenzo Galasso, especialista em sistemas eleitorais e professor de economia política da Universidade Bocconi de Milão, na Itália. "A democracia é um parlamento que representa todos os cidadãos na proporção certa ou uma equipe do governo eleito pela maioria?", indaga.

A matemática é uma ciência exata. Por isso, também é usada para criar "fórmulas" que tornem os resultados das eleições mais justos, oferecendo a todos os candidatos as mesmas possibilidades de vitória. Apesar disso, em alguns sistemas democráticos eleitorais pode-se ganhar a eleição obtendo menos votos do que o adversário. O sistema majoritário é o mais simples e o mais antigo: atribui a vitória ao candidato que obtiver nas urnas o maior número de preferências.

Adotado em todo o mundo anglo-saxônico (Estados Unidos, Reino Unido e Canadá) e na Índia, o conceito teoricamente funciona muito bem, mas requer um baixo índice de abstenções nas urnas e um máximo de dois candidatos. No caso de três ou mais candidatos concorrerem, deixa de ser justo. Quer uma prova? Suponha que o pretendente A ganhe 40% dos votos; B, 25%; e C, 35%. Ele será eleito, mesmo sem ter tido o consentimento de 60% da população. Para prevenir esse risco, muitos países, como o Brasil e a França, adotaram a eleição em dois turnos.

Também a divisão do território de um país em colégios eleitorais, cada um dos quais elegendo um representante, não é um sistema algebricamente justo: se um candidato está ligeiramente à frente na maioria de um colégio, mas muito atrás em outros, ele poderá ganhar o pleito mesmo sem ter tido o maior número de votos. Graças a esse fato, George W. Bush venceu Al Gore na eleição à Presidência dos Estados Unidos, em 2000.

No entanto, Gore tinha recebido cerca de 500 mil votos a mais do que seu oponente.

Essa distorção que ocorre no sistema majoritário pode ser mais sutil, como foi demonstrado por Donald Saari, um matemático da Universidade da Califórnia (EUA). Em sua pesquisa, ele hipoteticamente supôs que 15 pessoas colocassem na ordem de sua preferência três bebidas: o leite (L), a cerveja (C) e o vinho (V), sendo que seis optariam por L-V-C; cinco, C-V-L e quatro, V-C-L.
Em um sistema que conta apenas a primeira preferência, o leite venceria com 40% dos votos, seguido pela cerveja e depois pelo vinho (L-C-V). Apesar desse resultado, concluir que o leite é a bebida favorita das pessoas consultadas é um erro. Basta ver que nove delas preferiram cerveja ao leite e nove delas, vinho ao leite. Ao mesmo tempo, dez pessoas preferiram vinho à cerveja. Somando-se as preferências reais, se obtém uma classificação diferente: V-C-L, exatamente o oposto do que saiu das "eleições".

Erro inevitável


É possível superar essa "distorção"? Segundo os matemáticos, não. Pode-se apenas criar alguns mecanismos para minimizá-la, tais como implantar o já mencionado segundo turno das eleições com a participação dos dois candidatos que tenham sido classificados nos dois primeiros lugares no primeiro turno. Mas mesmo esse sistema não é 100% correto: na França, em 2002, a esquerda apresentou muitos candidatos, mas nenhum deles passou no primeiro turno, deixando a disputa do segundo turno entre Jacques Chirac e Jean Marie Le Pen, ambos representantes da direita.
Outros sistemas de votação preveem que o eleitor não escolhe o candidato, mas exprime uma ordem de preferência entre todos os nomes do partido. Na Austrália, por exemplo, se nenhum candidato alcançar a maioria absoluta das preferências em primeiro lugar, o candidato menos votado é eliminado e seus votos são distribuídos proporcionalmente entre os demais de acordo com as preferências das urnas. Esse mesmo mecanismo continua sendo empregado até que um candidato obtenha a maioria absoluta.
Embora esse sistema seja muito mais justo do que o de maioria simples, também não é isento de problemas, conforme comprovou o matemático francês Nicolas de Condorcet em 1785. Ele questionou o que aconteceria em uma eleição em que concorressem três candidatos (A, B e C) e na qual três eleitores votassem em um deles. Essa equação seria: A-B-C, B-C-A e C-A-B, significando que cada um dos três candidatos teria tido um primeiro lugar, um segundo e um terceiro. Resultado: seriam todos iguais.
Também o matemático norte-americano Kenneth Arrow demonstrou a impossibilidade de se elaborar um sistema eleitoral matematicamente justo e politicamente viável, em 1963. Arrow estabeleceu que um sistema eleitoral perfeito deve cumprir quatro condições:


1 Cada eleitor deve ser capaz de expressar um conjunto de preferências.

2 Nenhum eleitor, com seu único voto, deve ser capaz de decidir o destino da eleição.
3 Se cada eleitor prefere um candidato a outro, a classificação final deve refletir este fato.
4 Se um eleitor prefere um candidato a outro, a inclusão de um terceiro candidato não deve mudar esta preferência.

Segundo Arrow, não é possível "hipotetizar" um sistema que atenda a todas essas condições. Até porque, em uma lógica de maioria, o voto de um eleitor pode modificar o resultado da eleição. Diante disso, é possível concluir que a verdadeira democracia é um conceito matematicamente inalcançável? Provavelmente sim, já que o sistema algébrico menos injusto é aquele que dá sustentabilidade ao governo, que, ao lado da maioria majoritária, consegue ter o poder para tomar decisões. Quando isso não acontece, há tantos políticos de diferentes opiniões e partidos que é impossível governar. Caso de muitos países na América do Sul.
Uma campanha boa para o cérebro
Não importa em quem você vai votar nas próximas eleições. Basta seguir a campanha eleitoral e participar ativamente de qualquer discussão política que isso já fará você se sentir bem. É o que assegura um estudo feito por uma equipe liderada pelo neurofarmacologista John D. Roache, da Universidade do Texas (San Antonio, EUA). O resultado dessa pesquisa sugeriu que acompanhar os debates e, sobretudo, participar ativamente das discussões, é útil para estimular o sistema que no cérebro ativa os processos de atenção e aprendizagem, melhorando o nosso desempenho cognitivo. Parece, então, que a política faz-nos pensar melhor.
"Quando ouvimos os candidatos e pensamos sobre o que eles dizem", diz Roache, "o nosso cérebro processa a informação e, mais do que em outras circunstâncias, as conexões entre os neurônios aumentam, melhorando os sistemas de conexão neuroquímica associados à memória e à aprendizagem. Ao que parece, estes são os mesmos mecanismos ativados quando estamos engajados em atividades que são altamente motivadoras e desafiadoras, como a interação social, ou quando comemos ou fazemos amor".